Espaço destinado à publicação das correspondencias enviadas por email que relatam situações vivenciadas pelos moradores e visitantes de Santa Teresa. Os textos podem ser editados para preservar a privacidade e segurança dos leitores.
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Vergonha |
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22 de fevereiro de 2009 |
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Tudo aconteceu hoje 22/02/2009 - 11:30h
Sou conhecido como Almeida e gostaria de deixar registrada a vergonha que eu minha esposa, meus dois filhos de 2 e seis anos e minha sogra de 84 anos passamos na tentativa de andar no bonde de Santa Teresa. Somos brasileiros e cariocas, mas tivemos um péssimo exemplo de cidadania e ficamos com pena dos diversos turistas que ali se encontravam.
É o primeiro lugar que eu vi proibirem a entrada das pessoas na estação, só entra quem vai embarcar, se não for embarcar fica fora da estação. "Tem um aviso informando este absurdo".
Foram uma hora e quinze de espera, contanto fila e dentro do bonde. Até que recebemos a notícia de falta de luz no trilhos.
Já havíamos sido informados pelos camalês que ficam dentro da estação que ontem não houve circulação de bonde e hoje pela manhã já havia caido a rede elétrica.
Vi embaixo de um dos bancos um cilindro de gas de carro e pensei até que o bonde pudesse ser alimentado a gás.
O estranho é que diversas pessoas que pagaram R$ 0,60m para entrar começaram a sair sem pedir o dinheiro de volta, quando fui solicitar a minha restituição fui informado pela pessoa que estava na sala de administração ( Sem crachá ou uniforme) que não poderia devolver o dinheiro, pois eu já havia rodado a roleta. Avisei que ao sair também rodaria a roleta, mas um PM confirmou a informação. Não existe restituição da grana paga. Paguei, não tive o serviço e não fui restituido.
Uma pena para uma cidade que se diz maravilhosa.
Que o PROCOM, a ALERJ, RIOTUR e a IMPRENSA nos ajudem.
Obs. Envio fotos do dia lamentável. |
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Racismo na entrada do bonde do operario |
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19 de dezembro de 2008 |
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prezados senhores e senhoras,
meu nome é bernhard hendrik hermann weber ramos de lacerda. eu sou jornalista e representantede cultura da alemanha e tenho projetos culturais no brasil e na argentina. eu sou altamente considerado e fui convidado até no programa do jô soares por causa do meu trabalho para juntar as culturas. hoje eu fui embora mais cedo do trabalho no centro para santa tereza. pra relaxar e curtir a sexta-feira, eu fiz a deçisão de pegar o bonde. por causa de uma reunião por causa do meu projeto de um intercâmbio entre brasileiros e argentinos eu vesti a camisa da argentina. o que aconteceu por volta de 14.45 horas na entrada do bonde foi pra mim UM CASO DE RACISMO grave. ainda pior, que sé trata de um lugar, a onde muitos turistas frequentam e já por causa disso normalmente o pessoal na caixa deve ter O MINIMO DE EDUCAÇÃO e SENSIBILIDADE nesse ramo. tá bom: por causa do fato, que eu pego normalmente o ônibus, eu não conheço o preço do bonde atual. isso deve normalmente não ser um problema, por que tem seis pessoas na sala? pra ajudar? não - quando eu perguntei o operario na caixa ( ca. 45 anos, negro, hoje vestido com camis da beija-flor) par o preço do bonde ele se negou de responder. eu repeti normalmente a pergunta e ele respondeu quase susurrando 60 centavos pra DISPARAR UM SEGUNDA DEPOIS - Q U E C A M I S A F E I A ! uma pessoa na caixa tem na sua função não o direito de julgar a roupa do cliênte - ainda menos, quando sé trata de uma afirmação extremamente negativa. eu afirmo - eu pirei ! grande elogio para o senhor da segurança, que consegui me alcamar. cartão vermelho para o parceiro da sala, que quis justificar o comportamento do colega com o comentario, isso só foi zoação e eu entendi errado. não posso concordar - não dar uma informação não é informação é simplesmente antisocial. e ofender a camisa da argentina é racismo do operario. o que eu quero. prezados senhores e senhoras, eu quero falar sobre esse caso com a pessoa mais alta. eu quero saber mais sobre a educação do pessoal do bonde e a seleção dessas pessoas, QUE ESTÃO ALTAMENTE IMPORTANTE PARA A CIDADE RIO DE JANEIRO nesse ponto extremamente importante para a representação DO NOSSO RIO DE JANEIRO. meu telefone é (apagado pelos editores) sinceramente bernhard hendrik hermann weber ramos de lacerda
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